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Voltar Socioambiental 10.02.2017 - 10:21

Moradores do entorno veem o Cerrado com novo olhar

Levar à população dos sete municípios do entorno do reservatório de Corumbá IV ações educativas socioambientais é um dos maiores compromissos da gestora nesses dez anos de operação da usina. Por meio do trabalho desenvolvido pela equipe de Meio Ambiente, os moradores do entorno passaram a olhar o Cerrado com outra perspectiva, sabendo que a preservação ambiental é uma responsabilidade e dever de cada um. Nilza Correia, moradora da comunidade Água Branca, de Silvânia, fala da satisfação por ter participado do Projeto Viveiros-Escola, que foi realizado, de 2013 a 2015, em Silvânia, Corumbá de Goiás e Santo Antônio do Descoberto.

Nilza, o marido José Alberto Rodrigues e os filhos formaram o “grupo família” que não perdeu nenhuma das 30 oficinas. “Esse curso nos deu um excelente aprendizado. Nós sempre moramos no Cerrado, trabalhamos com plantas, mas não sabíamos colher e beneficiar semente e plantar mudas corretamente. Agora, no nosso viveiro, já estamos gerando renda. O projeto foi perfeito”.

Durante o projeto, duas nascentes da propriedade da família foram recuperadas. ”Todos ganham com a água que voltou a brotar da nascente: a família, os vizinhos e o planeta”, elogia José Alberto.

A professora e ex-diretora da escola Crispim Marques, em Água Branca, Ilma Maria de Castro Rodrigues, comenta com gratidão: “A empresa entrou na vida da comunidade melhorando a estrutura do prédio e o jeito de pensar dos professores e alunos, que hoje têm mais consciência ambiental. ” Na sua avaliação, a Corumbá deu o peixe e ensinou a pescar e seus projetos foram além dos muros da escola, beneficiando todo o município.

Antes e depois das ações ambientais

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José Alves de Morais, morador do povoado de Aparecida de Loyola, em Corumbá de Goiás

José Alves de Morais mudou-se para o povoado de Aparecida de Loyola, em Corumbá de Goiás, há 45 anos, quando a região ainda não tinha luz elétrica. “Antes, nós não tínhamos noção de preservação ambiental. Nós plantávamos eucalipto e nem pensávamos em plantar árvores nativas e, mesmo morando no meio do Cerrado, a gente não conhecia direito a sua riqueza. Depois do projeto Viveiros-Escola, a nossa cabeça mudou muito e até mesmo os fazendeiros da região, que desmatavam, agora estão cuidando de suas terras, plantando mudas nativas”, disse.

As comunidades rurais de Santo Antônio do Descoberto também foram contempladas com diversos projetos socioambientais. Para Leonice Damasceno Kill, enfermeira da Estratégia de Saúde da Família (posto de saúde), a empresa permitiu conquistas para as comunidades rurais, referindo-se à reforma do posto de saúde e do cemitério e a construção da escola de Santa Rosa e da associação dos moradores de Pontezinha (Corpo).

“Os cursos que a empresa tem trazido para as comunidades dentro da temática ambiental, com certeza tornaram as pessoas mais conscientes em relação ao desmatamento, lixo, cuidados com as nascentes e, hoje, elas já sabem plantar para recuperar nascentes degradadas”, acrescenta Leonice.

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Paulo Rodrigues de Souza – Presidente da Corsar

O presidente da Associação da Comunidade Rural de Santa Rosa (Corsar), Paulo Rodrigues de Souza, participou de vários projetos socioambientais da Corumbá na área rural. “Hoje, a comunidade tradicional que vive da terra não degrada mais. Em vez de cortar, estamos plantando árvores”, afirma. Como resultados do Viveiros-Escola, ele contabiliza: hoje, dez famílias de Santa Rosa têm um viveiro em seu quintal e cerca de 40 áreas de nascentes degradadas foram recuperadas. “Só por isso, o projeto já valeu a pena. Isso não tem preço”, ressalta.

Escolas com estrutura de excelência

A Agenda 21 Escolar mudou o olhar que professores e estudantes tinham do ambiente ao seu redor. Uma das nove unidades escolares contempladas com o projeto nos municípios de influência da Usina foi a Escola Municipal Carla Moana Simões, de Novo Gama, que foi reformada e ampliada pelo Programa Energia com Responsabilidade Socioambiental da empresa. Na opinião do professor João Pereira Lima, “a comunidade ganhou muito com a reforma da escola, que ficou toda gramada e com uma quadra de esportes, com destaque para as ações da Agenda 21”. O projeto trabalhou a questão da conscientização ambiental, por meio de atividades lúdicas, com teatro e música, e ensinou os alunos a fazer artesanato reciclando material que antes era jogado fora, transformando-os em brinquedos ecológicos.

A Escola Municipal Geminiano Ferreira de Queiroz, de Olhos D´Agua, em Alexânia, foi construída pela Corumbá Concessões e entregue à comunidade em 2010. Para a coordenadora e ex-diretora Cristiana Sousa Rutke, que leciona ali há 27 anos, a escola é uma estrutura de excelência, muito elogiada por todos, até mesmo da área urbana. “Trabalhamos mais de 20 anos num prédio antigo, pequeno, abafado e com telhas de amianto e passamos para uma escola nova, ventilada, espaçosa, com refeitório e cozinha amplos, além e laboratório de informática, que veio a acrescentar muito na vida dos alunos e dos professores”, comenta.

Cristiana Rutke destaca projetos como o Jardim do Aprender, a Agenda 21 Escolar e as oficinas que ensinaram a produzir verduras orgânicas, que sustentam a merenda escolar. “Nós reduzimos o consumo de alimentos industrializados e trabalhamos a reciclagem de resíduos sólidos em sala de aula”, acrescenta.

 

Março/2016

 

Ana Guaranys – Assessora de Comunicação – Corumbá Concessões

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