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Voltar Projetos socioambientais 11.12.2016 - 20:57

Projetos socioambientais

Moradores do entorno do lago de Corumbá IV passam a olhar o Cerrado pela perspectiva da preservação ambiental

 

Moradores do entorno veem o Cerrado com novo olhar

Oficina do projeto Água Viva, em Corumbá de Goiás

Levar ações educativas socioambientais aos sete municípios de abrangência da Usina é um dos maiores compromissos da empresa. Nesses dez anos, a partir do trabalho desenvolvido pela equipe de Meio Ambiente, os moradores do entorno passaram a olhar o Cerrado por outra perspectiva, sabendo que a preservação ambiental é uma responsabilidade e dever de cada um.

Nilza Correia, da comunidade Água Branca, de Silvânia, fala da satisfação por ter participado do Projeto Viveiros-Escola, que foi realizado, de 2013 a 2015, em comunidades rurais de Silvânia, Corumbá de Goiás e Santo Antônio do Descoberto. “Esse projeto foi perfeito. Nós sempre moramos no Cerrado, trabalhamos com plantas, mas não sabíamos colher e beneficiar semente e plantar mudas corretamente. Agora, no nosso viveiro, já estamos gerando renda”. Durante o projeto, duas nascentes da propriedade da família foram recuperadas. O marido de Nilza, Jose Alberto se orgulha: ”todos ganham com a água que voltou a brotar da nascente: a família, os vizinhos e o planeta”.

A professora e ex-diretora da escola Crispim Marques, em Água Branca, Ilma Maria de Castro Rodrigues, comenta com gratidão: “A empresa entrou na vida da comunidade melhorando a estrutura do prédio e o jeito de pensar dos professores e alunos, que hoje têm mais consciência ambiental.” Na sua avaliação, a Corumbá deu o peixe e ensinou a pescar e seus projetos foram além dos muros da escola, beneficiando todo o município.

Antes e depois – José Alves de Morais mudou-se para o povoado de Aparecida de Loyola, em Corumbá de Goiás, há 45 anos, quando a região ainda não tinha luz elétrica. “Antes, nós não tínhamos noção de preservação ambiental. Nós plantávamos eucalipto e nem pensávamos em plantar árvores nativas. Morávamos no Cerrado, mas não conhecíamos a sua riqueza. Depois do Viveiros-Escola, a nossa cabeça mudou e até mesmo os fazendeiros da região, que desmatavam, agora plantam mudas nativas”, disse.

A área rural de Santo Antônio do Descoberto foi contemplada com diversos projetos. Para Leonice Damasceno Kill, enfermeira do posto de saúde, a empresa levou melhorias para as comunidades rurais, como a reforma do posto de saúde e a construção da escola de Santa Rosa e da associação dos moradores de Pontezinha (Corpo).  “Os cursos ambientais que a Corumbá tem trazido para as comunidades com certeza tornaram as pessoas mais conscientes quanto ao desmatamento, lixo e cuidados com as nascentes”, diz.

O presidente da Associação da Comunidade Rural de Santa Rosa (Corsar), Paulo Rodrigues de Souza, participou de vários projetos. “Hoje, a comunidade tradicional que vive da terra não degrada mais. Em vez de cortar, estamos plantando árvores”, afirma. Como resultados do Viveiros-Escola, ele contabiliza: dez famílias têm um viveiro no quintal e 40 áreas de nascentes degradadas foram recuperadas. “Só por isso, o projeto valeu a pena. Isso não tem preço”, ressalta.

Escolas com estrutura de excelência

A Agenda 21 Escolar mudou o olhar que professores e estudantes tinham do ambiente ao seu redor. Uma das nove unidades escolares contempladas com o projeto nos sete municípios foi a Escola Municipal Carla Moana Simões, de Novo Gama, que foi reformada e ampliada pelo Programa Energia com Responsabilidade Socioambiental da empresa. Na opinião do professor João Pereira Lima, “a comunidade ganhou muito com a reforma da escola, que ficou toda gramada e com uma quadra de esportes, com destaque para as ações da Agenda 21”. O projeto trabalhou a conscientização ambiental, por meio de atividades lúdicas, com teatro e música, e ensinou os alunos a fazer artesanato reciclando material que antes era jogado fora, transformando-os em brinquedos ecológicos.

A Escola Municipal Geminiano Ferreira de Queiroz, de Olhos D´Agua, em Alexânia, foi construída pela Corumbá Concessões e entregue à comunidade em 2010. Para a coordenadora e ex-diretora Cristiana Sousa Rutke, a escola é uma estrutura de excelência, elogiada por todos. “Trabalhamos mais de 20 anos num prédio antigo, pequeno, abafado e com telhas de amianto e passamos para uma escola nova, ventilada, com refeitório e cozinha amplos e laboratório de informática. Tudo isso acrescentou muito na vida dos alunos e dos professores”, comenta.

Cristiana Rutke destaca projetos como o Jardim do Aprender, a Agenda 21 Escolar e as oficinas de produção de verduras orgânicas, que sustentam a merenda escolar. “Nós reduzimos o consumo de alimentos industrializados e trabalhamos a reciclagem de resíduos sólidos em sala de aula”, acrescenta.

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