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Corumbá Concessões
Voltar Zoom 11.12.2016 - 21:40

Benefícios do reservatório

Além da geração de energia, o lago de Corumbá IV proporciona usos múltiplos e traz desenvolvimento para a região do seu entorno.

Lazer, turismo e desenvolvimento para o entorno do lago

O lago de Corumbá IV ocupa 173 km² de área e reservatório com capacidade de 3,8 trilhões de litros de água – que é a matéria prima para a geração de energia – e proporciona usos múltiplos para a população da região. “Após dez anos de operação da UHE Corumbá IV, esse grande reservatório proporcionou um ambiente de lazer para a sociedade. Já o Estado é beneficiado com a produção de energia, empregos e recolhimento de impostos, entre outros”. A avaliação é do ex-presidente da Corumbá Concessões, o engenheiro eletricista Marconi Melquíades de Araújo, que presidiu a empresa de abril de 2006 a dezembro de 2015.

Durante este período, segundo ele, a Corumbá atuou ativamente nos sete municípios com programas socioambientais para a população lindeira, através de construção de escolas e de dezenas de oficinas para recuperação de nascentes, alimentação saudável e até mesmo instalação de fossas biodigestoras ecológicas em áreas rurais onde não há saneamento básico.

Marconi de Araújo ressalta projetos e ações como a Agenda 21 escolar, que visa trabalhar temáticas ambientais nas escolas, e as Paradas Ecológicas, em que agentes ambientais orientam os frequentadores do lago sobre o uso consciente do local de lazer, com respeito à Área de Preservação Ambiental. “Realizamos projetos como o Balde Cheio e o Viveiros-Escola que promoveram capacitação para geração de renda, proporcionaram qualidade de vida e abriram oportunidades para o jovem no campo”, destaca.

Volta no tempo

No início da construção da Usina, havia um clima de descontentamento dos municípios contra a Corumbá IV, tendo em vista o processo de desapropriação das terras para o enchimento do reservatório. No geral, para Marconi de Araújo, o processo de implantação de um grande empreendimento como a Usina, “mexe com alguns setores da sociedade, principalmente no que diz respeito à retirada e realocação de pessoas que moravam na região”. Mas olhando em termos de benefícios para a Nação, ele frisa que além de a geração hidráulica ser uma necessidade para o desenvolvimento do país, hidrelétricas contribuem para o desenvolvimento da região onde são instaladas.

Para Marconi de Araújo, após dez anos de trabalho e depois de cumprida a missão, é hora de mudança. “Aqui na empresa vários dos grandes desafios já estão resolvidos. Hoje, muito diferente de quando chegamos, temos um relacionamento muito bom com o Ibama, com o Ministério Público e com todas as comunidades de influência do empreendimento”, avalia.

Eficiência

Oswaldo Pons é um apaixonado por usinas hidrelétricas, setor onde trabalha há 30 anos, sete dos quais gerenciando a UHE Corumbá IV, em Luziânia. Ele diz que se sente realizado em atuar num empreendimento moderno, totalmente informatizado e equipado com a melhor tecnologia disponível no setor. “Temos uma empresa enxuta com funcionários de muita capacidade, o que reflete diretamente no índice de disponibilidade da usina para geração de energia durante o ano, que é um dos melhores do País”, comenta com orgulho.

Desafios

Na visão de Marcelo Mendes, a atuação da empresa nos próximos anos, no atendimento à Licença de Operação da Usina e prosseguindo com um bom relacionamento com os municípios do entorno, será mantida. Ele destaca que “as diretrizes, os valores e a missão da empresa como condições imutáveis”, a exemplo da geração de energia limpa com responsabilidade socioambiental. “No curto a médio prazo, nosso desafio será reforçar o que já foi desenvolvido até agora imprimindo uma gestão eficiente e enxuta, tendo em vista a crise financeira que se acentuou no Brasil, especialmente no setor elétrico. Nossa meta é recuperar a trajetória de lucratividade, com a excelência técnica de sempre”, propõe.

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